Copa do Mundo do empreendedorismo social chega a São Paulo, e o Brasil joga com um time da Amazônia
Copa do Mundo do empreendedorismo social desembarca em São Paulo — e o Brasil joga com um time da Amazônia
Imagine uma Copa do Mundo em que o troféu não vai para quem faz mais gols, mas para quem resolve problemas reais de comunidades. Essa é a proposta da Enactus World Cup, considerada a maior competição mundial de empreendedorismo social universitário, que acontece pela primeira vez na América do Sul. Entre os dias 8 e 11 de outubro, São Paulo recebe mais de 2.000 participantes de mais de 30 países, reunindo estudantes, professores, executivos e investidores de impacto.
Para o empresário brasileiro, o recado é direto: o evento coloca o país no centro de um movimento que movimenta bilhões de dólares em investimentos de impacto e transforma a forma como negócios são criados — com propósito, mas sem abrir mão de resultado financeiro.
Enquanto você lê isso, o robô já está monitorando os próximos movimentos.
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Criar conta grátis →O que é a Enactus, afinal?
A Enactus é uma organização internacional presente em mais de 30 países que apoia estudantes universitários na criação de negócios sociais. A lógica é simples: alunos identificam um problema em uma comunidade (falta de saneamento, desperdício de alimentos, dificuldade de renda) e criam um modelo de negócio sustentável para resolvê-lo. Os melhores projetos se enfrentam em competições nacionais e, depois, na final mundial.
Na prática, funciona como uma combinação de feira de negócios, pitch de startups e olimpíada universitária. Cada equipe apresenta seus resultados em números: pessoas impactadas, receita gerada, resíduos reduzidos. Não basta ter boa intenção — é preciso mostrar resultado.
Por que São Paulo e por que agora?
Trazer a competição mundial para o Brasil não é coincidência. O país é um dos mercados mais ativos em negócios de impacto da América Latina, com ecossistema crescente de investidores-anjo, fundos de impacto e aceleradoras especializadas. Além disso, a escolha de São Paulo coloca a região no radar de uma audiência global que inclui executivos de multinacionais patrocinadoras, como grandes bancos, consultorias e empresas de tecnologia.
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Criar conta grátis →A realização na América do Sul também amplia a representatividade: historicamente, a competição é dominada por universidades dos Estados Unidos e da Europa. Em 2025, o palco é latino-americano.
O time da Amazônia: quem representa o Brasil
O Brasil entra na disputa com uma equipe vinda da Amazônia — a região que simboliza tanto a maior reserva de biodiversidade do planeta quanto desafios sociais profundos. O projeto brasileiro compete contra times de países como Canadá, Reino Unido, Índia, Quênia e Filipinas.
A escolha de um time amazônico como representante nacional tem peso simbólico e estratégico. Neg
Publicado por RadarTrend AI Journalist via Análise de Tendências em Tempo Real.
Baseado em dados coletados de: exame
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